Máquina Transformadora

Foto da semana + chat entre doidos = mais do meu cotiDILIano

Publicado em Dili, Fotografia, Sobre muitas coisas..., Timor Leste por georgesilva em julho 4, 2011

De volta à Java!

Publicado em Fotografia, Viagem por georgesilva em novembro 22, 2010

Viajar pelo interior da Indonésia deu-me a sensação de que não deixei Timor Leste.

As pequenas vilas, os pequenos comércios, as gentes e até algumas paisagens reportam-me àquela pequena porção de terra.

Quando se sai das principais vias que cortam o país, observa-se que a falta de estrutura é situação idêntica à de Timor Leste: estradas estreitas em péssimo estado de conservação dificultam a locomoção daqueles que precisam viajar dos pequenos vilarejos para as cidades maiores em busca de produtos. Levei quase uma hora e meia para percorrer 43 km de carro.  Microletes provavelmente levam mais tempo.

Conheci a sra. Cucu, mãe do Deni, um amigo Indonésio.  Fiquei hospedado por uma noite na casa dos mesmos, na pequena vila próxima a Tasikmalaya. Pelo caminho, muitas seringueiras e campos de arroz.

O povo local é bem curioso. Provavelmente não vêem muitos estrangeiros por ali.  E quando eu mencionava que moro em Dili, muitos externavam ainda mais a curiosidade, desejando saber como é aquela parte da ilha. Do que percebi, as pessoas mais simples sequer tinham noção do que aqui ocorreu durante os 25 anos de ocupação.

Também visitei  – mais uma vez! – Bandung, a quarta maior cidade da Indonésia.  A exemplo de Jakarta, as ruas são sempre congestionadas, especialmente nos finais de semana. Residentes de Jakarta e arredores costumam ir a Bandung para fazer compras nos famosos “Outlets” ou para apreciarem a culinária sudanêsa.

Por causa do clima fresco, os Holandeses planejavam fazer de Bandung a capital, isso antes da Segunda Guerra. Aliás, a arquitetura holandesa é bem visível pela cidade.

Em Bandung, a maior parte das atrações referem-se à ida aos vulcões, visitas às quedas d’água e passeios pelas plantações de chás e florestas.

Em Bandung fica a famosa “Rua dos Jeans”. As lojas chegam a ser cômicas: nas entradas, estátuas gigantescas de heróis de desenhos animados, como Super-man, Homem Aranha, Rambo, dentre outros.

Enquanto lá estive, Jantei em um lugar chamado “Kampung Daun”. Nunca pensei que veria restaurantes naquele estilo.  Fica um pouco fora do centro da cidade e em dias movimentados é necessário fazer reserva para almoço ou janta. Entretanto, e para quem deseja experimentar a culinária local, vale a pena, inclusive pelo local. O lugar é sensacional.

Após regressar à Jakarta, adoeci por uns dias. Ficar doente sempre é um saco, mas quando se está viajando, é pior ainda. Passei vários dias com dores de garganta e febre. Felizmente o apartamento onde fiquei era bem localizado e confortável.

Nesta viagem à Indonésia, também tive a oportunidade de conhecer um lugar chamado Puncak (Lê-se “pun-tiá”). A cidade fica rodeada por montanhas cobertas por pinheiros e plantações de chá. As florestas lembram cenários de filmes como E.T. e Crepúsculo.

Para matar um pouco a curiosidade, posto aqui algumas fotos:

 

Bali: a pequena ilha de infinitas possibilidades

Publicado em Fotografia, Viagem por georgesilva em novembro 27, 2009

A última viagem a Bali foi diferente das minhas outras passagens pela ilha.
Migrei da área de Kuta para Seminyak.
Não há tantos turistas pelas lojas, especialmente australianos e japoneses,  mas há uma grande concentração de excelentes restaurantes, discotecas seletas, ótimas vilas, spas e muita gente bonita. Há, em outras palavras, uma variedade de ambientes para se frequentar com glamour.
Aqui, algumas dicas para você aproveitar um pouco do que essa ilha, apesar de pequena, pode oferecer:

  • Por do sol visto do templo Tanah Lot;

    Tanah Lot

    Tanah Lot

  • Por do sol visto do Ku De Ta (lugar badalado, com boas músicas e diferentes ambientes. para alguns, há código de roupa. os drinkes são ótimos. Deve-se chegar um pouco cedo para pegar lugar em frente à praia);
  • Jantar no Pantai (cozinha grega), Último (restaurante italiano – um dos melhores que já fui) e Ryosh (pra quem curte comida japonesa);
  • Brunch no “La Luciola”;
  • Almoço no Macarroni, em Legian;
  • Para compras, Kuta Square, Discovery Mall, donde também se tem uma bela vista do por do sol, e Legian Street;
  • Pra quem curte a noite, Hu’u, Living Room e Bounty. Os dois primeiros ficam em Seminyak. Bounty fica próximo do famoso Double 6. Double 6 tem um grande espaço, mas é mais frequentado por locais. Tem também um bungy jump. Por 99 doletas o aventureiro pode saltar com direito a mergulho na piscina. Para os mais radicais, pode-se escolher ainda entre saltar com motos ou bicicletas!
  • Visita a Uluwatu, um templo hindu localizado num penhasco, em direção a Nusa Dua, a uns 45 minutos de Kuta; Cuidado com os macacos que rondam o templo. Adoram óculos escuros.
  • Para os surfistas, a praia de Uluwatu é uma das mais famosas e frequentadas;
  • Ubud! Esta cidade, localizada quase no centro da ilha, é famosa pelos lindos arrozais que a circundam. Nela há também a famosa ‘floresta dos macacos’. Inúmeras galerias pelas ruas! Excelente lugar pra quem quer comprar ‘arte’. Precisa pechinchar sempre.
  • Monte Batur, localizado ao norte da ilha. Na sua base há um lindo lago.

     

    Pura Ulun Danu

    Pura Ulun Danu

  • Templo Besakih, o maior templo hindu de Bali; Pra quem visita a ilha em Maio, na época da lua cheia, há, neste templo, uma grande celeração religiosa. Hindístas de todo o mundo vão à Bali para esta cerimônia que é aberta ao público.
  • Pura Ulun Danu: este templo é cartão postal de Bali. Fica localizado à beira de um lago, rodeado por lindas montanhas;
  • Lovina: pra quem deseja ver ou até mergulhar com golfinhos.

Tanto em Kuta como em Seminyak há ótimas opções de hotéis, para todos os gostos, para todos os bolsos. Aqui, alguns dos que já fiquei:

  • Massa in, localizado na Poppies Lane. É um hotel do tipo “low budget”, e quase sempre encontra-se cheio. Os taxistas não gostam muito de ir até o hotel porque o mesmo fica numa rua bem estreita. Por outro lado, é rodeado de bons restaurantes, super baratos. O café da manhã, avisa-se, é bastante simples. O quarto duplo sai à média de 20 USD por noite, dependendo da temporada.
  • Ramayanna: é um bom hotel, bem localizado, há poucos passos da “Kuta Square”. O

     

    Rammayana hotel

    Hotel Rammayana - Kuta

    Lobbie impressiona. Tem um Spa fantástico e o café da manhã, no restaurante do Hotel, lindíssimo por sinal, é sensacional. A diária varia entre 60 e 80 USD.

  • Jayakarta: localizado em Legian, está mais para um resort. Os quartos não são nada de especiais mas valem pelo que se paga. Excelente piscina, academia e dá de fundos para a praia.
  • Vira-Bali: mais próximo a Tubam, a caminho do aeroporto, é um bom hotel. Transfer incluído na diária.
  • Hotel Mutiara, em Seminyak: é um bom hotel, próximo de excelentes restaurantes. Vale a pena pagar um pouquinho mais e ficar no quarto com jacuzzi. Serviço de transfer incluído no preço da diária. É um pouco for a de mão pra quem depende de táxi pra tudo. Daí, sugiro o aluguel de uma motocicleta. O próprio hotel pode providenciar motociletas para alugue à diária de 5 dólares.
Uluwatu

Uluwatu

  • Casa Padma e Lhoka: são hotéis localizados em Legian, minimalistas, tipo boutique. Pra quem vai passar apenas uma noite, pode ser uma boa opção. O Lhoka, especialmente, tem um quarto bem espaçoso e ótimo banheiro.
  • White Rose: fantástica localização, principalmente pra quem quer ficar na muvuca e na área de compras. Há famosas discotecas ao redor. Uma delas, a Sky Garden. A diária sai por volta de 50 USD. Muito bom considerando o que o hotel, 4 estrelas, oferece.
  • Oasis Kuta: mais simples, mas bem localizado, também próximo da Kuta Square, a poucos passos de vários restaurantes e discos famosas, como a Hard Rock Café. Quartos bem minimalistas, com acesso à piscina. Bom pelo que se paga (entre 40 e 50 doletas, dependendo da época);

Tradição, cultura, agito, ondas ou tranquilidade: Bali é a ilha onde pode-se encontrar tudo isso e mais um pouco. Sem dúvidas, uma ilha para se apaixonar.

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Bali

Publicado em Fotografia, Viagem por georgesilva em novembro 9, 2009

Vi o amanhecer e o entardecer.

Vi a lua cheia também, 

com bruxas a vagar pelas ruas, bares e discotecas.

Revisitei templos;

Degustei infinitos sabores;

Passeei de moto.

Uluwatu, Nusa Dua, Kuta, Legian e Seminyak:

Por estes cantos de Bali circulei!

Comprei coisas, carreguei pacotes,

Caminhei na praia e bebi champgne.

Tive corte de cabelo com direito a massagem.

Ouvi boa música… 

Tive boas conversas

na companhia de um bom amigo.

Conheci gente interessante;

Aproveitei o hotel

e fiquei horas na piscina a pensar:

Estar em Bali sempre é bom!

Kudeta

Ku De Ta

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Diário de Bordo: -Viagem à Austrália! (2)

Publicado em Fotografia, Religião, Viagem por georgesilva em outubro 18, 2009

Já faz um pouco mais de um mês que não passo por aqui!
Justifico: estive um pouco doente e, na sequência, muito trabalho para fazer.
Mas agora que as coisas estão mais tranquilas, aproveitei para revisar o texto redigido já há várias semanas e postá-lo.
Nada de especial: apenas a sequência do “diário de bordo”  iniciado em Brisbane, na viagem à Austrália feita no final de Agosto passado.
Segue aqui a minha percepção de Sydney, cidade pela qual continuo apaixonado!
Abraços a todos!


Dia 28: Sydney!

Sydney é uma cidade linda! Energética, adorável, orientalizada. Porta para entrada na Austrália para a maior parte dos turistas.
Fácil de entender o porque: ruas seguras e limpas, inúmeros restaurantes para todos os bolsos e gostos, clima agradável, com inúmeras atividades. É impossível não encontrar alguma coisa que realmente te agrade neste lugar!
E pra quem gosta de praias, Sydney tem cerca de 70. Bondi é, provavelmente, a mais famosa.
A maior parte dos vôos internacionais chegam pela manhã.
4 milhões de pessoas vivem nesta cidade imponente. Isso representa cerca de 15 por cento de toda a população do país.
Como eu disse, há muita coisa para se ver e para se fazer e é possível passear por todo o centro praticamente a pé.
Neste primeiro dia, fui ao Jardim Botânico (Royal Botanic Garden). Dá pra se passar horas e horas por ali, curtindo a paisagem, vendo a variedade de plantas e de pessoas! Sim! Há pessoas de todos os lugares e de todos os tipos.
Nas árvores, morcegos gigantescos. Lembram os dos filmes do Batman.
Logo ali, mais à frente, entre os prédios que se misturam com as árvores e gramados, se percebe a “Sydney Opera House” e, ao fundo, a “Harbour Bridge”, imponente. Ambas, cartões postais da cidade.
É possível escalar a  ponte. Basta desembolsar 120 doletas para tal.
Preferi bater uma foto de baixo mesmo. Até porque, tenho apenas 3 dias por aqui e muita coisa para se ver.
Vários espetáculos estavam em cartaz na Sydney Opera House. Os preços variavam entre 70 e 130 dólares australianos.
Aqui, uma dica: para quem optar pelo “Tour” para conhecer a “Opera House” por dentro, há um desconto considerável no valor dos ingressos para os concertos e peças. Vale a pena!
Infelizmente, a peça que eu queria assistir já tinha os ingressos esgotados para a noite de hoje. E, amanhã , domingo, será tempo para conhecer a Hillsong! Ademais, é certo que esta não será a última vez nesta cidade tão bacana.
Depois de tirar várias fotos da Sydney Opera House, da Harbour Bridge e do que havia por perto, encontrei um Chinês que estava a viajar só e que me pediu para tirar-lhe umas fotografias. Acabamos por fazer o mesmo percurso a partir de então, nos dirigindo ao Darling Harbour, primeiro pela George’s Street. No caminho entre a Ópera e o Darling Harbour, o ‘chinoca’ me disse que estava em trânsito por Sydney e que na manhã seguinte iria pegar o vôo de volta para Pequim. Morou um ano em Melbourne, onde fez um curso de aperfeiçoamento para pilotos. Sim,  vai ser piloto da China Airways.
Seu inglês não é dos melhores, o que me chamou a atenção a ponto de perguntar-lhe se ele fez o curso em mandarim ou cantonês, ao que ele me respondeu: “- em inglês, claro George!”
Depois dessa, acho que considerarei melhor as companhias aéreas pelas quais viajo por aqui e acolá…  (risos)
Pois então: Darling Harbour é um ótimo lugar para se passar o fim de tarde ou o começo da noite.
Aliás, o entardecer por aqui é inesquecível. Por causa da poeira no ar, o sol, ao se pôr, faz com que o céu tenha diferentes tonalidades de cores a cada segundo. Um espetáculo.
Há vários museus, centros de entretenimento e muitos, muitos restaurantes ao redor.
No meio do mar, próximo à ponte (Pyrmont Bridge), um palco flutuante. Pensei logo: deve ser legal tocar ali! UNITED que o diga! =)
No fim da noite fui para o cinema. IMAX, o maior do mundo, bem ali, ao meu lado.
Não resisti: – fui assitir a um filme em 3D.
Não riam. Mas a melhor opção que tive foi, mesmo, “Harry Potter and the Half Blood Prince”!
Ao final, e cansado de tanto caminhar, voltei para o albergue. Fica próximo à estação central, há uns 15 minutos, à pé, da Darling Harbour.
É isso. Excelente para o primeiro dia. Hora de descansar porque amanhã haverá muito mais para se fazer.

Sydney

Harbour Bridge

Dia: 29: Apesar da alergia…

Acordei um pouco mais tarde e com uma alergia terrível.
Praticamente nem tomei café, a não ser um razoável chocolate quente da máquina que havia ali, no albergue mesmo.
Caminhei pela George Street. Uma overdose de Shoppings.
Almocei num restaurante italiano. Há várias opções de restaurantes pelo centro, para todos os gostos e todos os preços. E tem o Hungry Jack, na minha opinião, melhor do que o MacDonald’s.
Pelas 16:00 h., já estava eu na estação central a esperar o trem para Parammatta. O destino daquela tarde era o culto de sábado na Hillsong.
Chegando na estação de Parammatta, lá estava eu a procurar a tal chocolataria que o anúncio no website da Hillsong mencionava: o ônibus que gratuitamente levava membros da igreja e visitantes  aos cultos parava logo à frente desta chocolateria.
Repentinamente, uma senhora, ao me ver com um papel em uma das mãos (no qual eu tinha anotado as direções para a igreja!) e na outra um copo com chocolate quente, me disse: “- Você vai pra Hillsong! Pode vir pra cá que o ônibus já está chegando!” Foi quando lhe perguntei: “- E como sabes?” E ela afirmou: “- Visitantes que vão à primeira vez à nossa igreja sempre agem assim: um papel com endereço e um copo de chocolate a olhar para o relógio!” (risos). A senhora me conquistou pela espontaneidade e logo um outro brasileiro e um alemão que por ali estavam se aproximaram. Também estavam meio que perdidos, à espera do ônibus. E no horário preciso, lá estava ele. São quase 30 minutos da estação de Parammatta até o templo em Castle Hills.
Na viagem, conheci o Samuel, que tinha acabado de chegar do Brasil para uma temporada na Austrália. Engenheiro, veio estudar inglês.  Cara legal, músico, cheio de sonhos.
E entre conversas, a chegada na igreja.
A organização me surpreendeu, me encantou.
Logo na entrada, uma recepção fantástica.
O culto usa e abusa de recursos mutimídia.
São apenas 4 canções e então a pregação da palavra.
Ouvir o louvor foi como ouvir um CD do grupo: a qualidade é a mesma.
“Look to You” foi a primeira música que ouvi. Eu, claro, só agradecia em pensamento a oportunidade de ali estar.
A pregação é o forte. Quase uma hora que nem se vê passar.
Na saída, direito a falar com o Niguel, um dos guitarristas principais da “Hillsong Worship Team”. Fotografia também.
E enquanto esperávamos pelo ônibus, para  a volta a Parammatta, um lanche gratuíto oferecido pela igreja.
Tudo perfeito.
No retorno para o centro de Sydney, parada novamente em Darling Harbour.  Samuel estava a viver ali perto. Aproveitamos pra conversar um pouco mais. É sempre bom encontrar pessoas que compartilham da mesma fé, com idealismos em comum.
Parada na starbucks, de frente ao Harbour.
Ventava forte. A vista era fantástica. Compartilho logo aqui, abaixo!
E assim foi a noite de sábado.

Darling Harbour

Dia 30: My Spring!

Dormi tarde e acordei cedo.
Tive uma dor de cabeça terrível. A última, que me lembro, asism, foi há mais de um ano atrás, em Baucau.
Nenhum medicamento para tomar.
Me restou fazer compressas frias e massagens, orando para que aquela sensação passasse.
Acordei cedo. Me arrumei e fui para a estação central.
Era domingo e eu não queria perder um dos culto da manhã.
Encontrei o Samuel ainda na estação. Após fazermos o mesmo roteio, chegamos à igreja. Hoje, o culto seria no centro de convenções, o salão principal, onde é gravado muitos dos CD’s e DVD’s das bandas (Hillsong Worship e Hillsong United).
Na chegada, algo que me chamou a  atenção: alguns dos diáconos que nos atendeu no culto de sábado nos reconheceu e nos chamou pelo nome. Isso é que é eficiência, princiupalmente quando consideramos que a igreja recebe entre 4 e 5 mil pessoas por culto…
Um dos pastores que estava na entrada da igreja, no saguão de encontros, me disse que havia chegado há pouco do Brasil. Particularmente, de Fortaleza. Perguntei-lhe se havia ido em férias, ao que me respondeu: “- Não! Estamos iniciando um trabalho lá!”.

Maravilha!

Bem, hora de entrarmos no templo.
O louvor começou com “Time has come”, sem aquela introdução de guitarras, mas logo na sequência de um vídeo fantástico.
Darlene foi quem conduziu o louvor.
Como no culto de sábado, apenas 4 canções foram entoadas e então a pregação. Mais uma vez, o tempo passou e eu nem percebi.
Voltei para o Centro de Sydney.
Almoçei com o Samuel e depois fui para a “Queen’s Victoria Building”, um shopping famoso localizado no Centro.
Depois, voltei para o albergue e descansei um pouco.
Às 16:00h., lá estava eu fazendo o mesmo percurso para Castle Hills.
Era dia de “Sunday Night Live”!
Sem palavras!
E assim foi o meu domingo.

Hillsong

Jesus is love

Dia 31: Despedida!

Levantei-me cedo e fiz o “check out”. Meu último dia em Sydney e tinha que aproveitar bem.
Dirigi-me ao ‘pier’ e, de barco, fui conhecer Manly.
Lugar bonito, aconchegante.
A vista, até lá, era de impressionar.
Almocei no centro de Manly. Visitei a praia, bem famosa por aqui.
Retorno para o Centro de Sydney.
Hora de comprar algumas lembrancinhas.
Por último, fui conhecer o templo da Hillsong no centro de Sydney.
Não é tão imponente quanto a localizada em Castle Hills, mas também pareceu-me ser bem legal. Tinha um pessoal ensaiando e, claro, muitos jovens pelos átrios da igreja. Provavelmente, alunos da Hillsong College.
Hora de ir pro aeroporto.
Voo pra Darwin com escala em Brisbane, pela Virgin Blue Pacific. Saída às 18:30 e chegada em Darwin pelas 1:00 da manhã.
Dormi ali mesmo, no aeroporto. Logo às 7.00, check in e a sensação de se estar regressando à matrix. Era isso mesmo! Já era 1 de Setembro e lá estava eu, voltando para mais um tempo de Timor. Por sorte eu adoro essa ilha! E por sorte, voltarei à Austrália em breve…

Sydney Opera House

Viva a nostalgia!

Publicado em Baucau, Fotografia, Sobre muitas coisas..., Timor Leste por georgesilva em julho 28, 2009

Relembro sempre, com muito carinho, de muitos momentos aqui vividos, de pessoas e lugares especiais dos quais não me esquecerei. De qualquer modo, e para o caso da memória eventualmente falhar, me recorrerei aos inúmeros álbuns de fotografias. Neles, sempre me deleito. E se triste estou, desta tristeza me recupero. Rapidamente um sorriso intercala a angústia de não ter mais o que já tive, reafirmando, todavia, a certeza de que há sempre algo bom, talvez até melhor para nos acontecer. Se não agora, se não aqui, logo ali à frente ou numa esquina qualquer desta vida. Me teletransporto no espaço, no tempo e revivo por alguns segundos experiências que definitivamente me marcaram. Talvez eu ainda esteja meio nostálgico, mas queria estar agora em Baucau, nomeadamente na praia da foto abaixo:

Praia de Baucau - Timor Leste

Proteger o planeta: fotografe essa idéia!

Publicado em Fotografia por georgesilva em julho 27, 2009

O PNUD (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas) lançou mais um concurso de fotografia.  A temática, dessa vez, é a seguinte: “Proteger o planeta: fotografe essa idéia!”. As inscrições serão recebidas até o início de Outubro. O objetivo  do concurso é a recolha de imagens que evidenciem “como os cidadãos do continente africano estão a trabalhar para prevenir e reduzir as consequências das mudanças climáticas e da degradação ambiental”.

Se por um lado a população mais pobre nos países em desenvolvimento é a primeira a sentir os impactos das mudanças climáticas, por outro, é certo haver nesta mesma parcela da população defensores do meio ambiente.

O concurso é aberto para fotógrafos profissionais e amadores. Informações sobre o concurso, regras e premiação do mesmo estão disponíveis no seguinte website: http://picturethis.undp.org/

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